Self love story from Mum & Daughter – As I began to love myself

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* A self love story translate from Portuguese. Original text below *

Amazing mum and daughter story on “As I began to love myself”. There is no age, shape or type of woman for boudoir experience.

Self love at 60

The first time I saw Waneska’s work was during the final of the “Fofoletes”. Which is a fitness group where we learn how to eat, exercise. We also learn about health and how to listen to our own body. While challenging ourselves and breaking our limits with the focus on results and, also become healthier in the process.

Waneska shows a sincere and moving side of the Boudoir Photography. This experience is a lot more than the photos, it’s whole like the creation of a very expressive art. Through her lenses she captures the majesty of the female beauty and our singularities as human beings as well.

Then in May, my mom came to visit me in Dublin. It was her 60ths birthday in March, so I wanted to give her a special birthday gift. Then I thought about Waneska’s experience. Moreover, my mom is an amazing woman inside out and she had never experience something like that.

Here is what she said about the experience:

“Taking photos was something that I really hated because I never thought I was pretty – until now. I used to hide every time I saw a camera. I didn’t like to take pictures, even with the people I love. After I lived the Boudoir Experience I felt free, because I realised how beautiful and radiant I am. I also found out that I could take photos anytime and anywhere, because I started seeing myself in another way.. Beautiful and in love with myself! “

I invite you to meet my mom:

Then me…

It took a long time for me to understand and recognise that the society we live in is very controlling and oppressive towards women. And we are thought to believe in the “perfect body”. Moreover, society teaches us that we are not as good as man, that we need to be less successful, we should stay at home, behave and be beautiful.

I’ve being working on getting to know myself for a while now, learning how to accept being who I am and, also myself love. Years ago, I read a text written by Charles Chaplin, called “As I began to love myself” which made me think a lot what really means the term self love. Since than I fight for my Authenticity, for the Respect I deserve for being who I am. I grow every day, I lay down my self-confidence, I try to see the beauty in everything around me.

Choices

Also, being the best version of myself was always on my mind. I research knowledge and wisdom, the balance, the love toward other and the most important the self-love. Consciously I give what I want to get back. The self-knowledge and self-love walk side by side. The self-trust and accepting yourself is something that require daily attention. I sincerely believe that every woman should accept and love herself the way she is.

So, the Boudoir experience gives us a unique chance to feel in the centre of everything, to feel unique and special. I feel very fulfilled with the results. In addition, I feel the most strong and confident woman. Even more, I lived this experience as it was a call for freedom of expression in which I gave voice to my body. I rediscovered myself and reaffirmed myself. Today I see myself more feminine and even more feminist.

Check her photos below…

As I began to love myself – Portuguese

Conheci o trabalho Boudoir da Waneska na final do meu primeiro “Fofoletes”, um grupo onde aprendemos a comer, a se exercitar, aprendemos sobre bem estar, sobre escutar a voz do nosso próprio corpo, se desafiar e superar limites e o resultado e a recuperação de saúde.
A Waneska aborda um lado muito sincero e tocante do ensaio Boudoir, é muito mais do que fotos, é uma experiência completa assim como a criação de arte muito expressiva. Através das suas lentes ela consegue capturar a grandiosidade da beleza feminina e a nossa singularidade como
seres humanos.
Em maio desse ano, minha mãe veio a Dublin me visitar. Ela havia completado 60 anos em Março desse ano e eu queria um presente muito especial, logo pensei na Waneska. Minha mãe, uma mulher maravilhosa por dentro e por fora, que nunca havia experenciado nada igual escreveu este
breve relato:

“Eu simplesmente não gostava de tirar fotos porque achava que nunca ficava bem, até então.
Me escondía sempre que podía para não sair nas fotos até junto das pessoas que amava. Depois que fiz o ensaio eu me libertei porque descobri o quanto sou bela e radiante e que sim podia tirar fotos a qualquer hora e lugar, poispassei a me enchergar de outra forma. Linda e apaixonada por mim.”

Então eu…

Eu demorei muito pra entender e reconhecer que a sociedade em que vivemos é muito regrada e opressora com as mulheres. Somos ensinadas a acreditar em uma “forma perfeita”, que devemos ser controladamente menores que os homens em quase tudo, menos expostas, menos successful e também mais comportadas, mais “belas, recatadas e do-lar”.

Já fazem alguns anos que venho trabalhando o meu auto conhecimento, a aceitação de ser quem eu sou e logo o meu amor próprio. Alguns anos atras eu me deparei com um texto escrito pelo Charles Chaplin, chamado “As I began to love myself” que me fez refletir o que realmente significa o termo self love.

Desde entao eu luto pela minha Autenticidade, pelo Respeito que eu mereço por ser quem sou, eu Amadureço a cada dia, rego a minha Auto confiança, tento enxergar a beleza em tudo que vejo. Quero sempre ser o melhor que posso ser. Procuro o conhecimento e a sabedoria, o equilibrio, o amor ao próximo e o mais importante o amor próprio.

Eu consientemente planto o que quero colher. O auto-conhecimento e o amor próprio andam de mãos dadas. A confiança em si mesmo e a aceitacao do EU e algo que requer atenção cuidados diários. Eu acredito sinceramente que toda mulher deveria se aceitar, se amar e se idolatrar do jeito que é.
A experiencia Boudoir by Valois nos dá essa chance única de se sentir no centro de tudo, se sentir única e especial.

Me sinto muito realizada com o resultado e uma mulher muito mais forte e confiante. Posso dizer ainda mais, eu encarei essa experiencia com forma de liberdade de expressão na qual dei voz ao meu corpo. Me redescobri e me reafirmei.
Hoje me enxergo mais mulher e mais feminista.

If you also want to be part of the “self love” group and have a picture that really represents you don’t hesitate to contact me!

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